-
DISPONIBILITÀ IMMEDIATA
{{/disponibilitaBox}}
-
{{speseGratisLibroBox}}
{{/noEbook}}
{{^noEbook}}
-
E-book EPUB
-
Nessuna
{{/noEbook}}
- Genere: E-book EPUB
- Lingua: Portoghese
- Editore: Ex Libris
- Pubblicazione: 04/2017
- Formato: EPUB
- span>DRM: Nessuna
- Dimensioni: 1968 KB
As Farpas
ramalho ortigão
2,99 €
{{{disponibilita}}}
TRAMA
As Farpas foram publicações mensais feitas por Ramalho Ortigão e Eça de Queirós, no mesmo ano da realização das Conferências do Casino. Decerto inspiradas em Les Guêpes (1839-1849, de Alphonse Karr (1808-1890).[1] As farpas aparecem em 1871, assinadas por Ramalho Ortigão e Eça de Queirós até o ano seguinte, e somente pelo primeiro até o fim, 1882. [1]Subintitulando-se "O País e a Sociedade Portuguesa", os folhetins mensais d'As Farpas constituem um painel jornalístico da sociedade portuguesa nos anos posteriores a 1870, erguido com bonomia, sentido agudo das mazelas sociais, um alto propósito consciencializador, e uma linguagem límpida e variada. As Farpas foram, assim, uma admirável caricatura da sociedade da época. Altamente críticos e irônicos, estes artigos satirizavam, com muito humor à mistura, a imprensa e o jornalismo partidário ou banal; a Regeneração, e todas as suas repercussões, não só a nível político mas também econômico, cultural, social e até moral; a religião e a fé católica; a mentalidade vigente, com a segregação do papel social da mulher; a literatura romântica, falsa e hipócrita. As Farpas eram um novo e inovador conceito de jornalismo - o jornalismo de ideias, de crítica social e cultural. Eça de Queirós publicou suas "Farpas" em 1890, com o título de Uma Campanha Alegre. Ramalho reuniu grande parte de seus folhetins em 1887-1890 (11 Volumes), e as páginas que relegou ao abandono foram enfeixadas nos dois volumes d'As Farpas Esquecidas (1946-1947). Entre 1911 e 1915, Ramalho regressará ao combate com as Últimas Farpas, que foram publicadas em volume em 1946.ALTRE INFORMAZIONI
- Condizione: Nuovo
- ISBN: 9788826078946
- Formato: EPUB